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Os tempos são de mudança. E creio que, disso, já ninguém tem dúvidas. É-nos pedido que alteremos os nossos hábitos diários, que nos adaptemos e nos ajustemos. 

 

E está tudo bem. 

 

Não parece estar tão bem quando o medo de mudar aparece! 

 

A verdade é que a mudança assusta… Sair do paradigma conhecido, da zona que nos é familiar e que nos é tão confortável, custa e dói! Seja para mudarmos hábitos que nos podem ajudar a sobreviver à pandemia, seja para fazermos mudanças mais profundas na nossa Vida. 

 

Mudar causa medo… Encarar o desconhecido ativa o nosso instinto de sobrevivência, numa dinâmica em que o estranho e diferente traz consigo uma carga de perigo. Surgem, então, as resistências a fazer diferente, muitas vezes fruto da incapacidade de ver para além do que está no imediato. A falta de imaginação para expandirmos a nossa forma de ver e sentir, impede-nos de assumirmos e aceitarmos que o novo traz consigo variadas possibilidade de melhoria e evolução. 

Todos queremos que o nosso problema se resolva, mas não estamos dispostos a fazer as pequenas coisas que, somadas, nos trarão a solução. (Louise Hay)

Eu acredito que, quando surge uma resistência à mudança a que nos propormos, é sinal de que o caminho é exatamente por aí. Seja a resistência a uma meditação, a fazer uma dieta equilibrada ou frequentar aquele curso xpto. É precisamente aí que se encontram as aprendizagens necessárias para o nosso crescimento. 

Todos nós temos lições a aprender. As coisas que parecem tão difíceis são unicamente as lições que escolhemos para nós mesmos. Se as coisas forem fáceis deixam de ser lições, sendo apenas coisas que já conhecemos. (Louise Hay)

Que tenhamos então, cada um de nós, a capacidade de mudar a forma como vemos e pensamos sobre o momento atual, aceitando que a mudança é um estado tão natural ao ser humano como respirar e acreditando que estamos perante a oportunidade de nos tornarmos melhores pessoas na construção de uma melhor humanidade. 

Abraço de coração com coração. 

Carla